Admirar a personalidade. Fazer valer a autenticidade. Impressionar pela honestidade.
domingo, 12 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Fecho os olhos e o meus sentidos trazem você de volta para mim. Seu gosto na boca ainda daquele beijo. O cheiro me arrepia do odor de seus poros. Olhar nos seus olhos e me ver neles, quase sorrindo. Sua voz tão perto e dentro que faz estremecer meus nervos. Seu rosto em minhas mãos, naquele momento que antecede todo o resto. E cada pouco mais perto, antecipando o prazer de sentir sua boca na minha. Revivo tudo num só pensamento.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Sinto tanto, mas tanto. Queria que ainda estivesse aqui, ao meu lado.
Tento não pensar, mas você está em mim. Nas minhas falas, nos pensamentos.
Você está no que vejo, no que ouço. Está no que sonho e imagino.
Quando fecho os olhos, quando sinto a brisa ou no balançar da rede.
Você está aqui, você está em tudo.
Tento não pensar, mas você está em mim. Nas minhas falas, nos pensamentos.
Você está no que vejo, no que ouço. Está no que sonho e imagino.
Quando fecho os olhos, quando sinto a brisa ou no balançar da rede.
Você está aqui, você está em tudo.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
E o ar foge, as cores somem de mim e meu coração salta. Faço que ignoro, mas insiste. Tento não olhar, mas vejo. Procuro deixar assim, até acabar, mas não resisto. Agarro com ambas as mãos, leio seu nome, abro e permito que meus olhos famintos deglutam cada palavra. Mas quando o fim chega, inevitavelmente sorrio, rubra e sozinha. Meus lábios, com vontade própria, desenham o prazer de ler sua mensagem.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Quero ir à cachoeira e olhar, sem pressa alguma, a água indo para algum lugar que nem imagino.
Desejo sentar-me na areia, sentir sua aspereza, enquanto o barulho do mar entra por meus poros, o odor por minhas entranhas e o sal a arder-me as narinas.
Na pracinha, à tarde, ver crianças do tamanho da minha correndo e rindo, tropeçando na coleira do cachorro, de patinete e bicicleta.
Quando o vento despentear meus cabelos, trouxer poeira para meus olhos, então, levará embora tudo o que me pesa.
Sinto-me responsável. Demais. Se depender do meu sorriso, terá. Se precisar do meu abraço, é seu. Se for apenas do meu beijo, aqui está. Se pra ser feliz, eu, sou sua. Não quero ser motivo de choro ou desespero. Não quero lágrimas nem solidão. Se não puder ser o melhor, que nada seja. Mas se for para a maior alegria do mundo, conte comigo.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Enferrujada, há tantpo tempo sem postar... Mas só boas novas!
Ana Thereza nasceu saudável, olhos abertos para o mundo e já esboçou um sorriso com seis horas de vida aos 23 de julho de 2010. Dia a dia mostra-se feliz, risonha, extrovertida, engraçada e tantos outros adjetivos que passaria horas e recorreria ao dicionário para descrever o que, ou melhor, quem é Ana Thereza.
Com sua chegada, meu tempo esmiuçou, mas agora, mais soltinha, já para lá e para cá, posso voltar ao bom e velho confessionário de minhas emoções.
Sem queixa, apenas agradecimentos por todos os momentos que a tenho comigo. Sei que um dia sentirei falta disso, do grude, do chamego, pois filhos, como diria mamãe, são do mundo. Ela não será diferente, ainda mais com meu sangue correndo em suas veias. Tomara não seja tão cigana quanto eu...
Ai, se eu soubesse naquele tempo o que sei agora... rs
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