Não posso...
Não devo...
Não aceito...
Perder: meu tempo. Ele é precioso. Conscientizo-me disso e faço de cada minuto produtivo. Não trabalhado exaustivamente, mas dirigido e nos trilhos.
Minha paciência. Comunico-me e caso isto parta para uma discussão ou uma saraivada de desculpinhas, simplesmente levanto uma das mãos e digo: certo, certo... deixa pra lá. Ganho tempo e saúde com isso. As mentiras me enojam e desprezo atitudes alheias que servirão apenas para me aborrecer.
Amor. Era até bonito da minha parte desejar sentir isto pelo mundo. Mas a incontestável realidade demonstra que ele é grande demais e nunca conseguirei atingi-lo por inteiro. Que não é por serem amadas que as pessoas amam. Assim, tenho amado quem me ama e tocando o coração de quem se permite. E os outros? Terão outras pessoas que façam isso por elas.
O que não posso mudar, o que não consigo controlar, o que não posso fazer: quando compreendi que o mundo não está em minhas mãos, vivi.
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