A morte do que conheço encoraja a consiência. Penso mais na dor. Entendo melhor no sofrimento. Padeço do mesmo mal. Sempre. Deixo, permito que chegue em mim, mesmo que seja mau. Mau para a vida, para o dia, ao corpo, à paz. Seria sem igual poder livrar-me de mim, às vezes.
Nenhum comentário:
Postar um comentário