
Pensamos que algumas pessoas são para sempre. E são. Falo de muitas delas diariamente, não se passa um dia sequer sem que eu não faça uma menção ou outra sobre fatos ocorridos ou situaões vividas.
E falar da minha Dalila, minha Dalilinha, sempre foi tão comum para mim que a distância física nunca representou uma dificuldade ou transtorno; mais que estar em minha mente e pensamento diário, esteve, está e estará sempre em meu coração, dentro do mais íntimo de mim, da minha vida e vivência.
Como diria Dr. Lauro Corrêa, "meu anjo bom, Dalila", minha amada, parte maior da minha vida, de onde eu soube sempre tirar exemplos e (confesso, vergonhosamente) pouco coloquei em prática, meu assunto de todos os dias, minha preocupação, minhas respostas, minha, minha, minha. Egoísta e orgulhosamente MINHA.
Se me precedeu, que prepare para mim um lugarzinho humilde mas de sol, luz e calor a seu lado, pois ao reencontrá-la, MÃE, AMADA, MINHA, nada mais desejo senão abraçá-la e sentir o conforto dos seus braços ao meu redor e seu cheiro de doce liberdade, FINALMENTE!
Não sou eu que a perco, mas o mundo MAIOR que a ganha de volta. E humanamente exponho-me afirmando: que inveja!
O tamanho do meu amor que seja medido pelo infinito tantas vezes conseguir, a distância da Terra e do sol. Assim, quem sabe, alguém poderá entender o sentimento que nos une e unirá todos os dias de nossas existências. Amém.
Trabalha, minha Dalilinha, pois a vida apenas começou!
Meu amor e respeito, minha saudade e adoração a você, minha heroína. Vivi, sua filhi.
E falar da minha Dalila, minha Dalilinha, sempre foi tão comum para mim que a distância física nunca representou uma dificuldade ou transtorno; mais que estar em minha mente e pensamento diário, esteve, está e estará sempre em meu coração, dentro do mais íntimo de mim, da minha vida e vivência.
Como diria Dr. Lauro Corrêa, "meu anjo bom, Dalila", minha amada, parte maior da minha vida, de onde eu soube sempre tirar exemplos e (confesso, vergonhosamente) pouco coloquei em prática, meu assunto de todos os dias, minha preocupação, minhas respostas, minha, minha, minha. Egoísta e orgulhosamente MINHA.
Se me precedeu, que prepare para mim um lugarzinho humilde mas de sol, luz e calor a seu lado, pois ao reencontrá-la, MÃE, AMADA, MINHA, nada mais desejo senão abraçá-la e sentir o conforto dos seus braços ao meu redor e seu cheiro de doce liberdade, FINALMENTE!
Não sou eu que a perco, mas o mundo MAIOR que a ganha de volta. E humanamente exponho-me afirmando: que inveja!
O tamanho do meu amor que seja medido pelo infinito tantas vezes conseguir, a distância da Terra e do sol. Assim, quem sabe, alguém poderá entender o sentimento que nos une e unirá todos os dias de nossas existências. Amém.
Trabalha, minha Dalilinha, pois a vida apenas começou!
Meu amor e respeito, minha saudade e adoração a você, minha heroína. Vivi, sua filhi.
Vivi querida, duas horas depois de te responder em meu blog foi que abri o seu e li esta sua mensagem... Não me confirme que é o que estou não querendo imaginar ao ler seu texto. Mas se foi, me conte mais detalhes como,quando, onde, porquê.
ResponderExcluirQuerida Vivi, só agora, duas horas após te responder em meu blog e me cadastrar no seu, foi que li esta sua mensagem. Não me confirme o que estou não querendo pensar. Mas se for, me conte quando,como, onde e porquê.
ResponderExcluirVivi, desconsidere uma das duas mensagens anteriores. Agora que presumo já saber onde está sua mãe, gostaria de notícias sobre seu pai e parabéns pelo lindo texto do Dia dos Pais, que com certeza ele leu e se leu, pelo que conheço dele, chorou.
ResponderExcluirBjs.
Volte a escrever! Coloque suas emoções pra fora.
ResponderExcluirGrande beijo em vocês duas...
Pois foi no dia 30/04, perto de 23h. Moro em SSA há 4 anos e infelizmente não pude estar com mamãe pois estou hoje com 35 semanas de gestação e na época meu GO tinha me deixado de "castigo" por conta de um sangramento. Nem preciso dizer o quanto foi difícil deixa-la partir (muito egoistamente, claro) sem minha presença. Mas Deus tem manias que a gente não entende, mas eu bem obediente, deixo fazer do Seu jeito. O Alê, meu irmão (lembra-se do palhaço da casa?), estava morando no Líbano e por obra divina havia chegado ao Brasil poucos dias antes, veja a providência! Enfim, ela finalmente pôde descansar o corpo cansado, amigo Lauro, depois de tantos anos de testes na sua fé. Há alguns anos ela sofreu uma pancada na perna enferma e vez ou outra tinha febrões, erisipela e acabava internada. Desta vez ela chegou pela manhã, foi encaminhada para UTI e à noite, deixou a gente mais pobre. Pobre de amor, de carinho, de afeto e da sapiência que vai fazer-me falta que só Deus sabe. Deixo a tristeza, meu querido, pois ela nunca me leva para perto da mamãe, mas sim, agradeço a oportunidade de ter sido dela, ela minha e estar perto de um momento que ela soube tão bem antes de mim, ser mãe. E nisso, agarro minhas mãos esperando os dias cheios, noites insones e o pensamento nela. Ah, não posso deixar de citar o carinho imenso que ela sempre nutriu por todos vocês. Mas isso até era desnecessário da minha parte, pois sentimento, a gente sente, com redundância e tudo. Beijos e mande notícias.
ResponderExcluirQuerida Vivi, onde vc mora atualmente? Minha esposa Tereza quer saber também onde nossa Dalila faleceu. Já madamos celebrar missa por ela aqui em São José. Aguardamos notícias suas mais amiúde. Pode ser aqui no seu blog mesmo que periodicamente eu entro para ler o que vc escreve e os Comentários.
ResponderExcluirBjs.
Lauro.
Querido amigo lauro, respondido no seu blog, no post ... que eu disse... Vivi.
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